
Um homem condenado a mais de 15 anos de prisão por estupro de vulnerável contra o próprio filho foi preso nesta terça-feira (13), em Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a vítima tinha 5 anos na época dos abusos, que teriam ocorrido quando pai e filho moravam em Santa Cruz.
A prisão foi realizada por agentes da 24ª DP (Piedade), em uma ação conjunta com policiais da 52ª DP (Nova Iguaçu). Contra o homem, foi cumprido um mandado de prisão decorrente de condenação definitiva pelo crime.
De acordo com a investigação, o caso chegou ao conhecimento das autoridades depois que a mãe da criança tomou conhecimento da violência e procurou a Polícia Civil.
Além da condenação, o preso é investigado por uma segunda denúncia de violência sexual, desta vez envolvendo outra filha, que tinha 7 anos na época dos fatos.
Segundo a Polícia Civil, a mãe da menina procurou as autoridades após perceber alterações físicas na criança e receber um relato de possíveis abusos atribuídos ao pai.
As investigações sobre esse segundo caso continuam. Os agentes buscam esclarecer as circunstâncias da denúncia e verificar se existem outras possíveis vítimas.
Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre os fatos investigados nessa segunda ocorrência.
O mandado cumprido nesta terça-feira é resultado de uma condenação definitiva a mais de 15 anos de reclusão por estupro de vulnerável.
A Polícia Civil informou ainda que o homem possui anotações criminais anteriores por ameaça e lesão corporal.
A prisão ocorreu em Inhoaíba, bairro da Zona Oeste do Rio, enquanto o caso envolvendo o filho teve origem em Santa Cruz, também na região.
Casos suspeitos de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser denunciados às autoridades policiais ou ao Conselho Tutelar.
Também é possível procurar o Disque 100, canal nacional de denúncias de violações de direitos humanos, que recebe informações sobre violência contra crianças e adolescentes.
Em situações de emergência ou de risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
A denúncia pode ajudar a proteger a vítima e permitir que as autoridades investiguem os fatos.
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